Reflexões sobre Salmos

Reflexões sobre  Salmos

Surpreendente e profético, A abolição do homem é um dos livros mais debatidos de C.S. Lewis

Por sua variedade e poeticidade, Salmos é um dos mais intrigantes livros da Bíblia. Aqueles que declaram compreendê-lo o exaltam como uma obra de beleza profunda. Muitos de nós, no entanto, continuamos a esbarrar em sua aparente estranheza – e pensamos que alguns salmos, especialmente os mais vingativos, nem deveriam estar na Bíblia!

Em Reflexões sobre Salmos , C. S. Lewis escreve como um colega que enfrentou as mesmas dúvidas que nós. Ressaltando a natureza literária das composições, ele transmite a sabedoria que adquiriu abordando temas como a maldição, a morte e os segundos significados nos salmos. Como afirma, seu intento é compartilhar os insights que teve, ou as dificuldades que encontrou, na esperança de que isso possa de alguma forma interessar, e também ajudar, outros leitores.

Resumo

“Reflexões sobre Salmos” de C.S. Lewis é uma obra que explora o livro bíblico dos Salmos de uma perspectiva cristã, mas com um olhar crítico e literário. Aqui está um resumo:

  1. Natureza dos Salmos:
    • Lewis começa abordando a natureza poética dos Salmos. Ele destaca que os Salmos não são apenas literatura religiosa, mas também poesia, e que isso pode influenciar como os interpretamos. Ele discute o uso da hipérbole, a intensidade emocional e a repetição como elementos literários.
  2. Alei e a Justiça:
    • Lewis aborda a concepção judaica da Lei (Torá) e como ela é celebrada nos Salmos. Ele contrasta essa visão com a cristã, notando que os Salmistas veem a Lei como algo amável e desejável, o que pode ser difícil para os cristãos contemporâneos compreenderem.
  3. Oração e Adoração:
    • Ele examina o modo como os Salmos falam de Deus, muitas vezes com uma intimidade que pode parecer estranha ou mesmo ousada para leitores modernos. Lewis discute como a adoração e a oração nos Salmos incluem não apenas louvor, mas também queixas, pedidos de vingança, e celebrações da justiça divina.
  4. Natureza Divina:
    • Lewis também toca na complexidade da representação de Deus nos Salmos. Ele menciona que os Salmos frequentemente descrevem Deus com emoções humanas, o que levanta questões sobre como entendemos a natureza de Deus.
  5. Sofrimento e Justiça:
    • Há uma seção onde ele discute o problema do sofrimento e a justiça divina. Os Salmos refletem uma confiança na justiça de Deus, mesmo em tempos de sofrimento, que Lewis vê como um contraste com a teologia moderna que muitas vezes questiona a justiça divina.
  6. Alegria e Gratidão:
    • Lewis elogia a profunda alegria e gratidão expressas nos Salmos. Ele sugere que essa alegria não é superficial, mas uma resposta profunda ao reconhecimento da presença e das ações de Deus no mundo.
  7. Conclusão:
    • O livro conclui com Lewis incentivando os leitores a abordar os Salmos com uma mente aberta, reconhecendo que, embora escritos em uma cultura e tempo diferentes, eles oferecem insights valiosos sobre a natureza humana, a espiritualidade e a relação com o divino.

Lewis escreve não como um teólogo, mas como um leitor comum, oferecendo uma mistura de análise literária e reflexões pessoais sobre fé, que são acessíveis e profundas, incentivando um engajamento atento e crítico com os textos bíblicos.

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